Tratamento para Dependentes Químicos

Como Convencer um Dependente Químico a se Tratar

Tentar convencer um dependente químico a se tratar requer muita paciência, particularmente quando a pessoa não reconhece que tem uma doença.

E ao negar que está doente, é claro que pensa que não precisa de tratamento.

É importante saber que a chave para o sucesso de um tratamento para dependência química é quando a iniciativa parte da própria pessoa.

Caso você esteja com um amigo ou familiar nessa situação, confira aqui dicas que funcionam bastante e que ajudam a fazer com que o próprio dependente químico busque por tratamento.

Como convencer um dependente químico a se tratar?

Primeiramente, tenha em mente que pode ser um processo longo, que demanda muita paciência e persistência, e por mais resistência que você possa encontrar, continue insistindo.

Veja, a seguir, estratégias sobre convencer um dependente químico a se tratar:

1.Escolha o momento certo

Na hora de conversar com o dependente químico, o ideal é que seja no momento em que ele não está sob o efeito das drogas, caso contrário, ele não vai prestar atenção em nada.

Procure mostrar como a vida dele mudou depois que começou a usar as drogas, e como isso tem afetado a família, os relacionamentos com os amigos, o trabalho…

No entanto, tome cuidado para não fazer julgamentos ou culpar a pessoa, pois pode fazer com que ela fique ainda mais resistente e se afaste.

2.  Transmita confiança

Quem for conversar com o dependente químico deve ser uma pessoa em quem confie e respeite.

Até por não admitirem que são dependentes, eles têm uma tendência a ficar agressivos, especialmente se sentirem ameaçados.

Portanto, é preciso escolher muito bem quem vai tentar convencer um dependente químico a se tratar.

3.   Busque ajuda profissional

Tentar fazer com que um dependente químico busque uma clínica de recuperação exige uma abordagem assertiva.

Para isso, vale a pena conversar com profissionais habilitados para lhe dar orientações de como agir, o que fazer para quebrar as resistências, etc.

É normal a família estar tão abalada nesse momento, que acaba atropelando as coisas e colocando tudo a perder.

4.   Mostre que você está ali para o que ele precisar

É essencial que o dependente químico se sinta acolhido, e quando sabe que conta com o apoio de alguém, se sente mais segura em procurar por um tratamento para alcoolismo.

Ao reconhecer você como um aliado, vai ficar mais fácil para convencer um dependente químico a se tratar.

5.   Escute

Escute tudo o que ele tem a dizer, sem interrompê-lo e contradizê-lo, apenas escute.

Só dê a sua opinião apenas se ele solicitar, e nada de impor o que você acha.

Ninguém se torna dependente químico porque quer. Existem motivos por trás que o levaram a isso, e é importante entender que motivos são esses.

6.   Seja sincero

Seja o mais sincero possível, mostre a sua preocupação, e de preferência, escolha um local privado, em que ele se sinta seguro.

Quando ele toma consciência que você realmente se importa com ele e que tudo o que está fazendo é para o seu bem, é meio caminho andado para convencer um dependente químico a se tratar.

Preste atenção em cada uma das dicas acima e é crucial ir devagar, aos poucos, mesmo que demore mais do que você imaginava.

O importante aqui é fazer com que o dependente químico reconheça que precisa se tratar, e assim, o processo de recuperação estará muito bem encaminhado.

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Como Identificar Quadro Depressivo Ansioso?

Um quadro depressivo ansioso também recebe o nome de transtorno misto ansioso e depressivo, e como o nome sugere, a pessoa apresenta sintomas depressivos e ansiosos, sem um predominar sobre o outro.

Geralmente, é complicado fazer o diagnóstico, pois a depressão e a ansiedade, em determinadas situações, apresentam sintomas semelhantes, e até mesmo se confundem.

Um bom exemplo é de pacientes em uma clínica de recuperação, já que muitos chegam com depressão e ansiedade, sendo necessário uma supervisão de perto.

É normal o assunto gerar uma certa confusão, e por isso, vamos explicar mais esse quadro, e assim, te ajudar a identificar um quadro depressivo ansioso.

O que é um quadro depressivo ansioso?

O quadro depressivo ansioso pode ser definido por sintomas de depressão e ansiedade, onde os sentimentos se misturam e um quadro pode desencadear o outro.

Por exemplo, uma pessoa com depressão pode apresentar ansiedade e vice-versa, e por esse motivo que o diagnóstico não é tão simples.

Além disso, não há predomínio nem de ansiedade nem de depressão ou não intensos o suficiente para justificar um diagnóstico distinto.

Pacientes que estão em tratamento para dependência química têm uma tendência ao transtorno misto ansioso e depressivo, especialmente durante o período de abstinência.

O que causa o transtorno misto ansioso e depressivo?

Ainda é desconhecida uma causa específica para o quadro depressivo ansioso,  porém, vários estudos mostram que estão envolvidos fatores biológicos, psicológicos e ambientais.

Ou seja, questões hereditárias, uma experiência traumática na infância ou ter que lidar com situações muito estressantes podem dar origem ao transtorno misto ansioso e depressivo.

Outros fatores que podem contribuir são: perda de emprego, morte de familiares, divórcio, problemas financeiros, pensamentos negativos, etc.

Por sinal, esses fatores também podem levar uma pessoa a abusar do álcool, sendo então indicado um tratamento para alcoolismo.

Como identificar um quadro depressivo ansioso?

Como o diagnóstico é mais difícil, é essencial observar os seguintes sintomas:

  • Irritabilidade;
  • Ideias pessimistas sobre o mundo e si mesmo;
  • Isolamento;
  • Desmotivação;
  • Falta de energia;
  • Problemas de sono, como a insônia;
  • Baixa autoestima e sentimento de culpa;
  • Diminuição do prazer sexual;
  • Perda ou ganho de peso;
  • Medo sem razão aparente.

Com base nesses sintomas, é possível identificar o quadro depressivo ansioso, e apenas um profissional qualificado é capaz de fazê-lo.

Agora, para fazer o diagnóstico, é necessário que pelo menos quatro desses sintomas acima estejam presentes por mais de quatro semanas.

Conheça os fatores de risco

Existem alguns fatores que aumentam o risco de uma pessoa desenvolver um quadro depressivo ansioso, como:

  • Antecedentes familiares;
  • Presença de uma doença crônica;
  • Dependência química;
  • Viver sob muito estresse;
  • Problemas financeiros;
  • Sentimento de desvalorização;
  • Baixa autoestima;
  • Traumas durante a infância;
  • Falta de suporte familiar e social.

Então, além das questões biológicas, psicológicas e ambientais,  os fatores de risco listados acima aumentam a chance de desencadear o transtorno.

Como mostrado, o vício em drogas também contribui para esse quadro, e por isso, ao longo do tratamento para dependência química, é recomendado que o paciente seja diagnosticado corretamente.

Felizmente, a psicoterapia tem mostrado resultados bem eficazes, inclusive ajudando na cura. 

 

Transtornos

Psicose Depressiva: Causas e Sintomas

A psicose depressiva, também chamada de depressão psicótica, é quando a pessoa apresenta um estado depressivo acompanhado de sintomas psicóticos, sem a fase maníaca, característica do transtorno bipolar.

É um tipo de transtorno que necessita de uma atenção maior, especialmente em razão do que a pessoa pode fazer.

Muito comum em pacientes em tratamento para dependência química, onde as alucinações e delírios podem surgir no momento da abstinência.

Se você ainda não entendeu muito bem, confira, a seguir, as causas e sintomas desse transtorno.

O que é psicose depressiva?

A psicose depressiva representa um estado depressivo, acompanhado de manifestações delirantes ou alucinatórias.

É um transtorno que afeta os pensamentos e as percepções, onde a pessoa parece ouvir vozes ou não ser mais dono de seus pensamentos.

Além disso, são incapazes de fazer a diferença entre a realidade e sua própria percepção.

As manifestações psicóticas são mais frequentes em pessoas depressivas, mesmo sem antecedentes de psicose.

De maneira geral, o risco de suicídio ou problemas de sono são mais presentes em pacientes que apresentam uma depressão psicótica do que em depressivos não psicóticos.

Quais as causas da psicose depressiva?

Embora não exista uma causa clara, o que se sabe é que pessoas que já tiveram um episódio de depressão são mais suscetíveis.

Além disso, as causas genéticas, apesar da forte influência, não são determinantes para desencadear a psicose depressiva.

Portanto, os fatores hereditários, juntamente com fatores ambientais, psicológicos, uso de drogas ou medicamentos estão por trás da depressão psicótica.

Quais são os sintomas da depressão psicótica?

As pessoas que sofrem de depressão psicótica são geralmente vítimas de um episódio depressivo maior, associado a sintomas psicóticos como os delírios e/ou alucinações.

Os principais sintomas são:

  • Ideias delirantes: desvalorização, sentimento de incapacidade, de culpa, hipocondria (impressão de sofrer de uma doença grave);
  • Alucinações auditivas;
  • Sintomas depressivos, como isolamento, ideias pessimistas, suicidas, problemas de sono, etc.

Esses sintomas são muito comuns em pessoas que estão em tratamento para alcoolismo, pois podem apresentar episódios depressivos e ao mesmo tempo alucinações.

A sensação é que outras pessoas entendem os seus pensamentos.

Vale lembrar que os episódios de depressão quando acompanhados de sintomas psicóticos são geralmente mais longos e com maior risco suicida.

Qual o tratamento?

É um transtorno que pode ser perigoso para a saúde da pessoa, onde há um risco elevado de suicídio.

Por isso, é indispensável que o tratamento ocorra em uma clínica de recuperação, a fim de monitorar as oscilações de humor e prescrever as medicações certas.

Às vezes, pode demorar alguns meses, no entanto, o paciente volta a ter seu equilíbrio mental.

O tratamento farmacológico é o mais indicado para a psicose depressiva, com o uso de antidepressivos e antipsicóticos, isolados ou em conjunto.

A psicoterapia oferece ao paciente um suporte, além de permitir a diminuição da gravidade dos distúrbios psicóticos e seu impacto na qualidade de vida das pessoas afetadas.

E quando aliada aos medicamentos, melhora os sintomas de ansiedade, desesperança e ideias suicidas.

Mas é necessário um acompanhamento médico para avaliar se os problemas vão surgir novamente.

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Quais os Primeiros Sintomas de Depressão

Por que é importante você saber quais os primeiros sintomas de depressão?

Principalmente para ficar atento e buscar ajuda o quanto antes, pois existem alguns sinais de indicadores de depressão que começam geralmente de 3 a 6 semanas antes de se transformar em depressão real.

A depressão é uma doença que impacta fortemente a qualidade de vida da pessoa, e a questão é saber se existem sintomas precursores da depressão e assim, medidas podem ser tomadas.

E é exatamente isso que você vai ver aqui!

Quais os primeiros sintomas de depressão?

Separamos aqui 9 sintomas anunciadores da depressão, e caso perceba alguns deles, busque ajuda o mais breve possível:

  • Insônia: seja acordar muito cedo, ter um sono muito fragmentado ou até dormir demais;
  • Sentimento de tristeza ou vazio praticamente todos os dias;
  • Irritabilidade;
  • Desinteresse e falta de prazer por coisas que gostava de fazer; 
  • Baixa de libido: falta de desejo sexual;
  • Transtornos alimentares, como falta de apetite ou comer compulsivamente;
  • Dificuldade de concentração e atenção;
  • Perda de energia, como uma fadiga excessiva;
  • Em casos mais graves, a presença de ideias suicidas e de morte.

A depressão é caracterizada por um conjunto de sintomas e não por um sinal isolado, e apenas um profissional capacitado pode dar o diagnóstico mais preciso.

Vale lembrar também que a depressão pode durar semanas, meses ou até anos. Por isso, a importância de uma intervenção o mais rápido possível.

É frequente pessoas que estão passando por tratamento para dependência química, apresentarem esses sintomas, muito em razão pela falta da droga.

Depressão ou estado deprimido?

É muito normal as pessoas confundirem depressão com estado deprimido. Se os primeiros sintomas de depressão possam ser às vezes semelhantes, como problemas de sono e desmotivação, a duração representa um bom indicador.

Muitas pessoas passam por um estado deprimido uma vez ou outra na vida, como a morte de um ente querido, a perda de emprego ou alguma mudança repentina e inesperada.

Embora até possa durar muitas semanas, isso não é necessariamente uma depressão, mas uma fase deprimida que vai desaparecer espontaneamente. 

No entanto, o que vemos ao longo de um tratamento para alcoolismo, por exemplo, é algo que acontece praticamente o tempo todo ou pelo menos durante duas semanas consecutivas.

Isso causa dificuldades importantes na vida afetiva, social ou profissional.

E ao reconhecer esses sinais, quem está por perto pode ajudar quem sofre de depressão.

Quais são as causas da depressão?

Na verdade, não existe uma causa única, mas muitas associadas umas com as outras. Por isso é importante estar atento aos primeiros sintomas da depressão.

Além disso, causas biológicas, diferentes fatores psicológicos, sociais e ambientais podem participar como um gatilho para a depressão.

Em uma clínica de recuperação, por exemplo, são avaliados todos esses fatores, e a partir daí, indicado o tratamento mais adequado.

Muitos estudos ainda estão sendo feitos para descobrir as verdadeiras causas da depressão, inclusive a hereditariedade.

Por exemplo, uma pessoa onde algum de seus pais tem depressão, tem muito mais chance de desenvolver um transtorno depressivo.

Felizmente, os tratamentos têm ótimos resultados, e geralmente englobam uso de medicamentos e terapia.

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Quais Sinais Comprovam um Quadro de Depressão?

É importante saber quais sinais comprovam um quadro de depressão e assim, tomar as medidas necessárias antes que os efeitos sejam mais devastadores para a saúde.

A depressão é caracterizada por um conjunto de sintomas e não por um sinal isolado, e por isso é essencial reconhecer os sinais depressivos.

Vale lembrar que apenas um diagnóstico médico pode afirmar a presença de um problema depressivo em uma pessoa, e isso é o que é feito durante o tratamento para dependência química.

Portanto, vamos mostrar aqui quais os principais sintomas a serem avaliados no momento de diagnosticar um quadro de depressão.

Quais sinais comprovam um quadro de depressão?

Segundo o DSM-IV, que é um manual que serve de base para observar quais sinais comprovam um quadro de depressão, são 9 sintomas a serem levados em conta:

1.Humor depressivo

Trata-se de um sentimento de tristeza ou de vazio presente todos os dias.

Essa tristeza pode vir acompanhada de choros ou sentimento de desespero.

A particularidade é que essa tristeza é praticamente permanente e não há motivo aparente para isso.

2.Problemas de peso

Outro sinal que pode ajudar a identificar um quadro depressivo é a presença de transtornos alimentares.

Uma perda de peso significativa sem uma dieta específica ou ganho de peso.

A perda de peso vem com uma falta de apetite e o excesso de apetite pode ser uma forma de compensar o sentimento de vazio.

3.Perda de interesse

A perda de interesse por coisas que a pessoa tinha prazer em fazer está entre um dos sinais que comprovam um quadro de depressão.

Por exemplo, ao longo do tratamento para alcoolismo, é uma situação muito frequente, e é preciso que o paciente volte a se sentir motivado para executar simples tarefas.

4.Problemas de sono

Quando se trata de ficar atento aos sinais de um quadro depressivo, é importante observar o sono da pessoa, que pode apresentar insônia ou dormir demais.

A pessoa depressiva tem dificuldade em adormecer, acorda várias vezes durante a noite ou acordam muito cedo.

Mas também pode dormir por longas horas, como se fosse uma maneira de fuga.

5.Comportamento psicomotor

Outro sinal que identifica um quadro de depressão é o comportamento psicomotor.

As pessoas com transtornos depressivos apresentam movimentos lentos ou até mesmo uma fala arrastada.

Em alguns casos, podem apresentar agitação.

6.Fadiga

Um sintoma que mostra um quadro depressivo é uma fadiga praticamente permanente.

A pessoa sente uma falta de energia, tendo dificuldade em executar qualquer atividade.

7.Sentimento de inutilidade

No momento de um episódio depressivo, a pessoa tem um sentimento de inutilidade e desvalorização.

Por outro lado, pode ter um sentimento de culpa importante, que é muito frequente em pacientes em clínica de recuperação.

8.Problemas cognitivos

Problemas cognitivos, como uma dificuldade de concentração e de tomar decisões está entre os sintomas que ajudam a diagnosticar a depressão.

9.Ideias suicidas e de morte

São pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.

A pessoa depressiva pode pensar em suicídio de forma concreta, e é um dos maiores riscos da depressão.
Então, esses são os 9 sinais que comprovam um quadro de depressão, e é essencial que as pessoas estejam muito atentas e buscar ajuda o quanto antes!

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Quais os Sintomas de Depressão na Gravidez?

Algumas mulheres apresentam sintomas de depressão na gravidez e devem ser levados a sério, pois podem ser indicadores de problemas maiores após o parto.

Lembrando que as manifestações de episódios depressivos na gravidez podem ser de diferentes naturezas, podendo ser mais intensos ou não.

Assim como em outros casos, por exemplo, o tratamento para alcoolismo, as pessoas próximas podem fazer toda a diferença, ao ficar atentas aos sinais e dessa forma, buscar ajuda.

Vamos mostrar aqui quais são os indicadores de depressão na gravidez e qual a importância do tratamento.

Quais os sintomas de depressão na gravidez?

Os sinais de depressão na mulher grávida podem se apresentar de diversas maneiras, onde os primeiros mostram uma mudança de humor.

A gestante mostra um estado de tristeza, um desinteresse geral e em alguns casos, um desinteresse pela própria gravidez.

Esses sintomas de depressão na gravidez podem vir acompanhados de ansiedade, muito pela expectativa do nascimento do bebê, até mesmo pelo medo de não saber cuidar.

Agora, existem algumas manifestações ditas “somáticas”, que incluem:

  • Problemas de sono;
  • Emagrecimento ou ganho de peso;
  • Dor de cabeça;
  • Palpitações;
  • Constipação.

O problema aqui é que os transtornos depressivos na gestante são difíceis de diagnosticar, pois alguns deles são comuns na gravidez, como fadiga e dificuldade de ter uma boa noite de sono.

As causas possíveis de uma depressão durante a gravidez

É importante saber que algumas mulheres podem ter mais chance de apresentar sintomas de depressão na gravidez.

Alguns estudos feitos apontam que a genética pode contribuir para a depressão na gravidez, mas também pode estar ligada a um acontecimento exterior que pode afetá-la bastante.

Fazendo uma comparação com o tratamento para dependência química, algumas correntes defendem que a genética tem um papel importante na dependência, e outras, que o ambiente e suas relações sociais têm um papel relevante.

Conheça os fatores de risco de depressão na gravidez

Além de saber quais os sintomas de depressão na gravidez, vale a pena conhecer os fatores de risco que podem desencadear uma depressão ao longo da gravidez.

Veja alguns deles:

  • Falta de apoio;
  • Isolamento afetivo;
  • Problemas com os pais durante a infância;
  • Mudanças do corpo.

Por exemplo, a representação que a mulher se faz de seu papel de mãe pode ser profundamente afetada por uma relação que ela tinha com sua própria mãe.

Tentar restabelecer esses laços pode ajudar a mulher a se sentir mais segura, mas em alguns casos será necessário buscar suporte de um profissional.

É o mesmo que acontece ao longo do tratamento para dependência química, onde existem alguns fatores de risco, assim como é preciso recorrer a um profissional capacitado.

A ansiedade pode ser um sinal de depressão na gravidez?

Ao longo da gravidez, existe uma ansiedade comum, como insegurança, incertezas e até como será o parto e o aleitamento

Esse tipo de ansiedade não está ligado a sintomas de depressão na gravidez, pois é algo normal e que praticamente todas as grávidas sentem.

Agora, quando a ansiedade vem acompanhada de transtornos do sono, reações inadequadas ou mesmo ideias de perseguição, é essencial uma ajuda psicológica, pois são sinais de depressão na gravidez.

Fazendo uma analogia com uma clínica de recuperação, os pacientes também podem ter transtornos de ansiedade, no entanto, um acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico é crucial para o sucesso do tratamento.

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Quais os Sintomas de Depressão Pós-Parto

É fundamental que todos saibam quais são os sintomas de depressão pós-parto, pois isso ajuda a reconhecer os sinais e buscar ajuda.

As pessoas que estão à volta da mulher representam um papel importante para ajudar a identificar a situação e ir atrás de ajuda profissional.

Isso é o que também acontece no momento de buscar tratamento para alcoolismo, onde familiares e amigos devem ficar atentos aos sinais de algum problema.

vamos mostrar aqui a importância de saber quais os indicadores de depressão pós-parto, o que é essa doença e como é o tratamento.

Qual a importância de conhecer os sintomas de depressão pós-parto?

Ter um bebê causa uma mudança radical na vida de toda mãe, mesmo se não seja o primeiro filho.

Apesar das alegrias e intensidade de emoções, é comum a mãe se sentir insegura e exausta nas primeiras semanas após o parto.

Alguns sinais de depressão pós-parto são passageiros e podem ser sentidos pela maioria das mães, uma hora ou outra.

No entanto, em algumas, os sintomas de depressão pós-parto se tornam mais persistentes e o melhor a fazer é buscar ajuda.

O que é depressão pós-parto?

Antes de saber quais são os indicadores de uma depressão pós-parto, vale a pena entender o que é depressão pós-parto.

Então, é uma doença mais grave que pode se manifestar ao longo do primeiro ano após o parto.

É uma forma de depressão cujos sintomas parecem com aqueles de uma depressão normal, mas geralmente os sintomas de depressão pós-parto afetam mulheres que já passaram por episódios depressivos antes.

Conheça os principais sintomas de depressão pós-parto

As manifestações da depressão pós-parto parecem com aquelas de uma depressão comum.

A mulher afetada pela doença pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Uma tristeza profunda e inexplicável;
  • Uma fadiga intensa permanente e problemas ligados ao sono;
  • Tendência a se isolar;
  • Desvalorização e sentimento de culpa;
  • Transtornos alimentares (comer pouco ou demais);
  • Desinteresse por relações sexuais;
  • Ansiedade e/ou crises de pânico;
  • Irritabilidade constante, particularmente na frente da criança;
  • Dificuldades de cuidar do bebê;
  • Em alguns casos, ideias suicidas.

É de extrema importância que as pessoas que convivem com essa mãe estarem atentos aos sintomas de depressão pós-parto.

Como é o tratamento da depressão pós-parto?

Antes de mais nada, é indispensável que a pessoa faça um esforço para descansar, se alimentar bem, praticar exercícios e não se isolar.

Mas é claro que isso é difícil sem ajuda. É exatamente o que acontece ao longo do tratamento de dependência química, onde profissionais qualificados dão todo o suporte.

Dependendo da intensidade dos sinais de depressão pós-parto, o médico poderá prescrever ansiolíticos, antidepressivos, conjuntamente com terapia.

É exatamente isso que ocorre em uma clínica de recuperação, onde o profissional vai avaliar o quadro e indicar o tratamento mais adequado.

Lembrando que o apoio das pessoas próximas é primordial para ficar atento aos sinais de depressão pós-parto e buscar ajuda profissional o quanto antes.

A terapia é muito recomendada no caso onde a mãe quer continuar amamentando seu bebê sem correr os riscos dos efeitos colaterais dos medicamentos.

Tratamento para Dependentes Químicos

Conheça a fundo a dependência química.

O que é dependência química?
Os vícios estão associados a substâncias psicoativas específicas (por exemplo, tabaco, álcool, cocaína), categorias de substâncias psicoativas ou diferentes substâncias farmacologicamente diferentes.

Existe cura para o vício?
Não há cura para o vício. É uma doença crônica, como diabetes ou hipertensão, mas é totalmente tratável. Ressalta-se que a pessoa não dependente não é apenas uma cessação do consumo, mas também um tratamento que pode ajudar o indivíduo a se reajustar na família, no trabalho e na sociedade. Esse tipo de tratamento só é encontrado em clínica de recuperação de dependentes químicos ou alcoólatras, onde os pacientes permanecem dias ou meses com excelente atendimento profissional. Para uma recuperação mais saudável e eficiente.

No entanto, de acordo com o National Institute on Drug Abuse (NIDA), estima-se que cerca de 40-60% dos pacientes apresentam recaídas, sendo os números hipertensão (50-70%) e asma (50-70%). Além disso, deve-se observar que a recorrência faz parte do processo e o tratamento precisa ser revisto e coordenado. Portanto, o tratamento para dependência química também requer apoio familiar.

Muitos estudos procuram identificar características que predispõem a pessoas com maior risco de desenvolver abuso e dependência. Por exemplo, no que diz respeito ao álcool, estima-se que os fatores genéticos respondem por cerca de 50% da sensibilidade que faz com que as pessoas bebam demais, especialmente crianças alcoólatras que têm quatro vezes mais probabilidade de desenvolver alcoolismo. Eu sou. Criado por não alcoólicos. Além disso, certos fatores e aspectos do consumo de álcool tornam o vício do álcool mais vulnerável, visto que mulheres jovens e mais velhas são mais vulneráveis ​​às bebidas alcoólicas e têm maior risco de desenvolver problemas.Por tanto, para este caso de alcoolismo, existe muitas clínicas de tratamento para alcoolismo.

Procure ajuda médica:
As pessoas com dependência química devem procurar ajuda de um profissional de saúde caso surja uma situação em que a substância interfira na saúde física e / ou na rotina, no funcionamento acadêmico e / ou profissional e nas relações pessoais. É importante. Se o uso de drogas começa a fazer mal à sua saúde, existem tratamento involuntário em que sua família procura atendimento médico e busca o resgate de pessoas que não querem ir sozinhas.

Ao diagnosticar um paciente, além de tratar a dependência química, é importante fazer observações clínicas para garantir uma melhora geral da saúde.

Tratamento da dependência química:
O tipo de suporte mais adequado para cada pessoa depende das características do indivíduo, da quantidade e do uso da substância, e se já existem problemas emocionais, físicos ou interpessoais em decorrência do seu uso.

A avaliação dos pacientes pode envolver uma variedade de profissionais médicos, incluindo médicos e psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, assistentes sociais e enfermeiras. Se um vício químico é diagnosticado, observações de médio e longo prazo são necessárias para garantir o sucesso do tratamento, o que depende do curso e da gravidade da doença.

Após o tratamento voluntário, as pessoas precisam mudar seu estilo de vida. Por exemplo, evite locais e situações de uso e aprenda sobre “fontes de alegria” não relacionadas ao (re) consumo. Geralmente, as pessoas com problemas com drogas evitam todos os tipos de atividades de lazer, hobbies, relacionamentos e assim por diante. etc

A dependência químico frequentemente tem sérias implicações para muitos aspectos da vida humana e do meio ambiente. Dada a sua complexidade, os programas de tratamento respondem às diferentes necessidades dos pacientes (sociais, psicológicas, profissionais e até legais, conforme demonstrado em alguns estudos) e são usados ​​de forma mais eficaz. Padrões de comportamento que levam a Substâncias, bem como processos cognitivos e funções sociais.

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